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HISTERIA FEMININA NO SÉCULO XIX - 'doença' era tratada com massagem genital feita por médicos

27 Oct 2017

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HISTERIA FEMININA NO SÉCULO XIX - 'doença' era tratada com massagem genital feita por médicos

27 Oct 2017

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Que um bom ORGASMO faz muito bem a gente já sabe... Mas que faz bem também para a saúde os médicos já sabiam a muitos e muitos anos.

 

A histeria feminina já foi um diagnóstico comum que, hoje, está completamente desacreditado. Em 1859, um médico chegou a dizer que um quarto de todas as mulheres sofria com histeria feminina. Outro médico catalogou 75 páginas de sintomas que caracterizavam a histeria feminina.

De acordo com o documento, quase todos os males que o corpo humano sofre, independente do motivo, poderiam ser caracterizados como sintomas da doença.

 

Nestes tempos, mulheres que sofriam de irritabilidade, insônia, ansiedade, dores de cabeça, choro e falta de apetite, entre outros sintomas, eram diagnosticadas com “histeria”, uma doença psíquica que atingia apenas mulheres. Acreditava-se que a doença era causada por perturbações no útero associadas a insatisfação sexual. Acreditava-se que o “fogo” das mulheres estava diretamente ligado a uma doença que não levaria a morte, mas precisava de um tratamento terapêutico feito pelo médico no consultório mesmo.

 

Assim, para abrandar os sintomas da “histeria”, o tratamento aconselhado era a massagem genital, feita diretamente pelo médico. Com as mãos, o médico estimulava a paciente até que ela atingisse o “paroxismo histérico” hoje conhecido como orgasmo, um momento em que a mulher se acalmava depois de  episódios de gritos e gemidos. As mulheres precisavam visitar o médico regularmente para o tratamento da histeria e eram levadas pessoalmente pelos maridos que aguardavam do lado de fora do consultório.

 

Esse mesmo tratamento já havia sido indicado muito antes, em 1653, pelo médico holandês Pieter Van Foreest em que recomendava para  a histeria, a ajuda de uma parteira para efetivar-se a massagem na genitália, usando óleo de lírios como lubrificante.

 

“Essa suposta doença exibia uma sintomatologia compatível com o funcionamento normal da sexualidade feminina, e para a qual o alívio, não surpreendentemente, era obtido através do orgasmo, seja através de relações sexuais com o marido ou por meio da massagem na mesa do médico”, explica Rachel P. Maines, cientista visitante na Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Universidade de Cornell e autora do livro The Technology of Orgasm: “Hysteria”, Vibrators and Women’s Sexual Satisfaction (“A tecnologia do orgasmo: histeria, vibradores e a satisfação sexual das mulheres”, em tradução livre).

 

A verdade é que essa massagem íntima era uma tarefa cansativa, e muitas pacientes demoravam horas para chegarem ao tal “paroxismo histérico”. Os médicos então, passaram a ter problemas nas mãos devido ao esforço repetitivo.

 

Assim, para agilizar as sessões nos consultórios, o médico americano George Taylor patenteou, em 1869, o primeiro vibrador, chamado de “The manipulator“. Apesar deste ser um dispositivo grande e de aspecto assustador, o aparato levava as mulheres ao “paroxismo histérico” mais rapidamente, permitindo aos médicos descansar as mãos e atender mais pacientes.

 

O vapor não durou muito. Em 1880, o médico inglês Joseph Mortimer Granville inventou o vibrador movido à manivela. Aperfeiçoada, a ideia se materializou em 1902 no primeiro vibrador elétrico, lançado pela empresa americana Hamilton Beach.

 

Nessa época, os vibradores deixaram de ser usados apenas nos consultórios médicos, e as mulheres passaram a tratar a “histeria” em casa. Ainda assim, o conceito de que aqueles sintomas caracterizassem uma doença só foi abolido pela Associação Americana de Psiquiatria em 1952.

 

O filme Histeria (Hysteria - 2011 ) estrelado por com Maggie Gyllenhaal, Hugh Dancy, Rupet Everett e Jonathan Pryce, conta a história de um jovem e bonito doutor que cativa suas pacientes pela habilidade na "massagem manual". De quebra, ele cria um dos primeiros aparelhos elétricos patenteados da história, o vibrador. Veja a seguir o trailer de Histeria e divirta-se. 

 

 

 

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